Dispositivos conectados no varejo físico
A loja física gera dado a cada toque.
Hoje quase nada disso é captado.
A LINKA conecta os dispositivos da loja a uma plataforma só: conteúdo sob controle da marca, operação à distância e medição do que o visitante fez ali. O aparelho de demonstração é onde o dado mais rico é jogado fora.
Três perguntas que hoje não têm resposta
Vale para o aparelho de demonstração, para o tablet do balcão e para a tela da bancada. É a mesma cegueira, repetida em cada dispositivo da loja.
O dispositivo está ligado?
Descobre-se quando o gerente da loja reclama. Ou quando ninguém reclama e ele passa o mês apagado.
Está com a campanha certa?
A peça nova foi para quarenta lojas. Chegou em quantas? Hoje não dá para saber.
Qual recurso o cliente mais procura?
Câmera, tela, som, vídeo. A pessoa escolhe o que quer testar, e essa escolha desaparece no segundo seguinte.
Um dispositivo na loja é um ponto de dado
A plataforma trata dispositivo como frota: registra, publica conteúdo, monitora e mede. Vale para o aparelho que o cliente pega na mão, para o tablet do vendedor, para o totem e para a tela da bancada. O que muda de um para o outro é o conteúdo e o que se mede, não a base.
Aparelho de demonstração
A vitrine que o cliente pega na mão. É o dispositivo onde o interesse aparece antes da compra.
Tablet de atendimento
Catálogo, consulta e apoio ao vendedor, com o mesmo controle de conteúdo e de tela.
Totem de autoatendimento
Interação sem intermediário: o que a pessoa procurou já é um dado de intenção.
Tela de conteúdo na bancada
Campanha certa, no horário certo, com prova de que esteve no ar naquela loja.
O que a plataforma faz
Conteúdo, dados e operação num painel só.
A vitrine é da marca
Campanha certa em cada loja, no horário certo, trocada pelo painel e no ar em segundos. O visitante usa o dispositivo à vontade e não consegue derrubá-lo: não desliga o Wi-Fi, não instala aplicativo, não deixa senha na tela.
Quem pegou, por quanto tempo, e o que quis testar
Cada bloco de uso vira uma visita, com os recursos que a pessoa abriu. Câmera, som, tela, vídeo. Tudo medido por dispositivo, por loja e por hora do dia.
Sem visita técnica para quase tudo
Trocar conteúdo, limpar as fotos que o visitante deixou, atualizar o aplicativo da frota inteira e diagnosticar um dispositivo: tudo do painel, sem ninguém dirigir até a loja.
O dado que a sua marca não tem
E não é por falta de investimento em pesquisa.
Sell-out
Diz
Diz o que foi vendido.
Ponto cego
Não diz o que foi desejado e não comprado.
Pesquisa de mercado
Diz
Diz o que a pessoa lembra, depois.
Ponto cego
Não diz o que ela fez na hora.
Contador de fluxo
Diz
Diz quantos passaram pela porta.
Ponto cego
Não diz por qual produto se interessaram.
O dispositivo que a pessoa toca é o único lugar do varejo físico onde ela declara o que quer antes de comprar: ela pega, escolhe, testa. Hoje ninguém registra isso. É o que a LINKA mede.
O que a marca passa a saber
Dado de loja com a mesma granularidade que a marca já tem no digital.
Cada interação com o dispositivo virá registrada: qual produto foi pego, qual recurso foi aberto, por quanto tempo, em qual loja e em qual hora. É o comportamento de compra que hoje acontece e não deixa rastro.
Interesse por produto
Quais modelos foram pegos e comparados na bancada, e quais ficaram parados na mesma loja e na mesma semana.
Interesse por recurso
Câmera, som, tela, vídeo: o que a pessoa foi testar primeiro diz por qual argumento ela está decidindo.
Loja, dia e hora
A mesma métrica comparável entre lojas e entre regiões, para decidir campanha, sortimento e espaço na bancada.
Como esse dado é tratado está na nossa política de privacidade.
O que a marca faz com esse dado
Três decisões que hoje são tomadas por intuição e passam a ter número por trás. Clique na que interessa e a gente marca uma conversa sobre ela.
Comprovar a exposição que a marca paga
Ligado, com a campanha certa e dentro do expediente: três dados medidos por loja e por dia. É a prova do espaço contratado na bancada, sem depender de foto de promotor.
Quero falar sobre issoSob demandaComparar peça A e peça B na loja física
Uma peça em um grupo de lojas, outra em um segundo grupo, mesma semana. O tempo de uso por bancada diz qual segurou mais gente. É o teste que a marca faz no digital há vinte anos.
Quero falar sobre issoSob demandaLer o interesse no dia em que ele acontece
Interesse por modelo e por recurso, loja por loja, hora por hora. Serve para ajustar campanha, sortimento e argumento de venda dentro da semana, não no fechamento do trimestre.
Quero falar sobre issoComo entra na sua rede
Sem obra na loja e sem integração com o sistema do varejista. O dispositivo chega pronto e o painel é da sua marca desde o primeiro dia.
Dispositivo preparado
A gente configura e registra o aparelho na frota da sua marca. Chega na loja pronto: é ligar e ele já aparece no painel.
Conteúdo publicado
A campanha sobe uma vez e vai para as lojas que você escolher, no horário que você definir, em segundos.
Dado no painel
Do primeiro toque em diante, cada uso vira visita: por loja, por dispositivo e por hora do dia.
O dado já acontece na sua loja hoje.
Ele só não é registrado.
Se a sua marca tem dispositivos em loja e hoje não consegue dizer o que aconteceu com eles ontem, essa conversa é curta e a gente mostra ao vivo.
